O caso Paolla Oliveira: quando o deepfake sexual vira negócio — e quem responde por isso
198 anúncios pagos na Meta em três meses. 191 direcionando para canais no Telegram com robô simulando a atriz. A plataforma recebeu para distribuir. O caso Paolla Oliveira não é sobre um deepfake — é sobre um mercado criminoso estruturado que usa a imagem de pessoas reais como produto.
